Exclusiva
da apresentação
do Prof. Nicolau
na EAO 2016

NANOESTRUTURAS DISTINTAS PRESENTES NA SUPERFÍCIE SLACTIVE27,28

Roxolid® SLA®
Roxolid® SLActive®

Nanoestruturas distintas descobertas recentemente na superfície SLActive® comprovam pela primeira vez que a topografia da superfície SLActive® difere da do SLA ®.

TOP

AS NANOESTRUTURAS NO SLACTIVE® AUMENTAM A ÁREA
DA SUPERFÍCIE EM MAIS DE 50%25

Aumento da área da superfície do implante:
50% mais que o Roxolid ® SLA®

Eixo Y: 1 = 100 %

Como maximizar
a superfície do seu implante?

Pesquisas avançadas in vitro demonstram que
as nanoestruturas promovem a osteointegração precoce23,24

MAIOR FORMAÇÃO DA REDE DE FIBRINAS NO SLACTIVE® COM NANOESTRUTURAS23,24

Superfície Roxolid® SLActive®
sem nanoestruturas**
Superfície Roxolid® SLActive®
com nanoestruturas

Imagens de MEV da formação da rede de fibrinas no Roxolid® SLActive®. (15 min de incubação com o sangue total humano)*

TOP

MAIOR MINERALIZAÇÃO DAS CÉLULAS ÓSSEAS NO SLACTIVE® COM NANOESTRUTURAS23,24

Mineralização das células ósseas humanas medida após 28 dias de permanência na superfície do sangue incubado. Concentrações de Ca2+ resumidas no final da cultura como uma função da superfície.*


* Empa, Swiss Federal Laboratories for Materials Science and Technology. www.empa.ch
** Superfície experimental para estudar o efeito das nanoestruturas

Carga
imediata

Alta previsibilidade
com carga imediata

Pacientes
comprometidos

Excelentes taxas de sucesso
em grupos de pacientes
comprometidos

Enxerto ósseo
aprimorado

Formação significativamente maior
de novo agregado
ósseo

Estabelecendo o padrão do sucesso.
Desempenho além da imaginação.

Juntamente com os melhores médicos do munto, a Straumann estudou o desempenho clínico dos implantes SLActive® sob as condições e protocolos de tratamento mais complexos, para demonstrar a fantástica capacidade de cicatrização da superfície SLActive®.

À medida que novas percepções emergem e novos dados se tornam disponíveis, descubra como você pode se beneficiar com o alto desempenho da superfície SLActive® para ajudar na cicatrização de seus pacientes.

taxa de sobrevivência do
implante com carga
imediata depois
de 10 anos2
 
98,2%
taxa de
sobrevivência
Estudo multicêntrico
randomizado controlado
(30 pacientes, 39 implantes)

Taxa de sucesso do
implante em pacientes
irradiados com osso
comprometido3,
DEPOIS DE 1 ANO

100%
taxa de
sucesso

Ensaio Clínico
Randomizado
(19 pacientes, 97 implantes)

TOP

Carga imediata

com resultados duradouros.

A carga imediata permite que o paciente se beneficie com a restauração imediatamente após a colocação do implante.
Contudo, esse protocolo complexo acarreta um risco maior de falha do implante.

taxa de sobrevivência do
implante com carga
imediata depois
de 10 anos2
98,2%
taxa de
sobrevivência
Estudo multicêntrico
randomizado controlado
(30 pacientes, 39 implantes)
  • Novos dados de longo prazo obtidos de um estudo multicêntrico randomizado controlado demonstram o impressionante desempenho do SLActive® com carga imediata.
  • De fato, os implantes SLActive® apresentaram uma taxa de sobrevivência em 10 anos de 98,2% neste complexo protocolo.2

Principais pesquisadores envolvidos no estudo

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SLActive® em pacientes irradiados.

Previsibilidade além das expectativas

Um dos grupos de pacientes mais complexos para o tratamento com implante inclui os indivíduos que passaram por uma combinação de cirurgia para remoção de tumor, quimioterapia e radioterapia. A qualidade do osso nesses pacientes fica gravemente comprometida.

Desempenho do SLActive® em pacientes irradiados

Acompanhamento de 1 ano3

1 paciente foi excluído do estudo por reincidência de tumor. Assim, o gráfico baseia-se em 19 pacientes com 97 implantes.

Acompanhamento de 5 anoa13,14

Foram excluídos mais 4 pacientes que faleceram de câncer. Assim, o gráfico baseia-se em 15 pacientes com 79 implantes.

Ensaio Clínico Randomizado:3
  • 102 implantes, 20 pacientes
  • Radioterapia e quimioterapia pós-operatórias para carcinoma oral
* Critérios de sucesso de acordo com Buser D. et al. Long-term stability of osseointegrated implants in augmented bone: Um estudo prospectivo de 5 anos em pacientes parcialmente edêntulos. Int J Periodont Restor Dent. 2002; 22: 108–17.
** Valor ajustado, excluindo os pacientes que morreram de câncer.

Acompanhamento de
5 anos: última publicação

O que dizem os clínicos

TOP


ATUALIZAÇÃO DE NOTÍCIAS do Dental Tribune International

Assista à entrevista com o Professor Nelson para saber mais sobre o estudo e os desafios da reabilitação protética de pacientes irradiados.

Descubra como os implantes SLActive® melhorou a qualidade de vida nestes pacientes.

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Desempenho sem comprometimento.

Mesmo em pacientes diabéticos.

  • Os pacientes com diabetes possuem menor capacidade de cicatrização,15,16 o que acarreta um rico aos implantes dentários
  • Em todo o mundo, 1 em 6 adultos com 60 anos ou mais  tem diabetes.17

Considerando-se a prevalência cada vez maior de diabetes tipo 2, de que forma o médico pode abordar esse risco, particularmente nos pacientes mais velhos?


EVIDÊNCIA CLÍNICA CRESCENTE DE DESEMPENHO ALTAMENTE PREVISÍVEL DO SLActive® EM PACIENTES DIABÉTICOS:

Um novo estudo clínico19 que comparou o desempenho do SLActive® em pacientes com e sem diabetes demonstrou um desempenho sem comprometimento dos implantes SLActive®:

  • Taxa de sucesso do implante de 100 % no grupo de diabéticos após 2 anos
  • Alterações ósseas semelhantes às dos indivíduos saudáveis
  • Apesar dos menores níveis de qualidade óssea observados, todos os implantes desse estudo demonstraram uma boa estabilidade primária.

Desempenho no
grupo de pacientes
diabéticos19

100%
taxa de
sucesso
Um estudo clínico prospectivo
de controle de caso (15 indivíduos
diabéticos e 14 não diabéticos)

Principais pesquisadores envolvidos no estudo

O que dizem os clínicos

TOP
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Resultados de 2 anos, apresentados na EAO 2017
TOP

A instalação de implantes em fumantes é muitas vezes associada a altas taxas de falha, risco de infecções pós-operatórias e perda óssea marginal.29


ALTA PREVISIBILIDADE EM FUMANTES:
  • Um recente estudo clínico comparando o desempenho do SLActive® em grupos de pacientes fumantes e não fumantes relatou excelentes resultados com SLActive®:
  • Os implantes com diâmetro estreito Roxolid® SLActive® demonstraram uma taxa de sobrevivência de 100% no grupo de fumantes após 6 meses
  • Não houve diferença na perda óssea marginal entre fumantes e não fumantes

Desempenho no grupo
de pacientes fumantes30

100%
Taxa de
sucesso
Um estudo clínico prospectivo
de controle de caso (37 fumantes
e 36 não fumantes)
TOP
A superfície Roxolid SLActive® estimula uma resposta celular anti-inflamatória precoce20
  • Novas pesquisas demonstram que a superfície SLActive® estimula uma resposta celular anti-inflamatória precoce, comparado à superfícies não SLActive, conforme medições in vitro que mostram uma redução nos marcadores pró-inflamatórios* e um aumento nos marcadores anti-inflamatórios**.31
  • O SLActive® está associado a um aumento na resposta anti-inflamatória macrofágica no início da fase de cicatrização em animais saudáveis e diabéticos. Este pode ser um mecanismo importante para melhorar a cicatrização óssea em condições sistêmicas comprometidas.21
Novos dados sobre a resposta celular anti-inflamatória precoce do SLActive® foram apresentados na 95ª General Session of International Association for Dental Research, nos EUA:
 
Saiba mais
*Il1b, Il6, Tnfa, IL-1beta, IL-6, TNF-alfa, (pró-inflamatório)
**Il10, Tgfb1, Chil3, Rentla, IL-4, IL-10 (anti-inflamatório)
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Baixa a brochura do SLActive®
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Melhor regeneração óssea.

Mesmo nas áreas comprometidas.

Enxerto ósseo
aprimorado

Os defeitos ósseos podem prejudicar gravemente a previsibilidade da osseointegração.

  • Em um estudo pré-clínico recente22, o SLActive® demonstrou uma formação significativamente maior de novo agregado ósseo no período de oito semanas, comparado com a superfície hidrofóbica SLA® padrão da Straumann®.

O que dizem os clínicos

Formação de agregado ósseo em 8 semanas.

Cortes histológicos do agregado ósseo (osso novo e material de enxerto) 8 semanas após o enxerto.
TOP

Descubra a capacidade de cicatrização
da superfície de alto desempenho

O que dizem os clínicos

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REFERENCES

1 Straumann SLActive implants compared to Straumann SLA implants. Lang NP, Salvi GE, Huynh-Ba G, Ivanovski S, Donos N, Bosshardt DD. Early osseointegration to hydrophilic and hydrophobic implant surfaces in humans. Clin Oral Implants Res. 2011 Apr;22(4):349-56. doi: 10.1111/j.1600-0501.2011.02172.x; Rupp F, Scheideler L, Olshanska N, de Wild M, Wieland M, Geis-Gerstorfer J. Enhancing surface free energy and hydrophilicity through chemical modification of microstructured titanium implant surfaces. Journal of Biomedical Materials Research A, 76(2):323-334, 2006. ; De Wild M. Superhydrophilic SLActive® implants. Straumann document 151.52, 2005 ; Katharina Maniura. Laboratory for Materials – Biology Interactions Empa, St. Gallen, Switzerland Protein and blood adsorption on Ti and TiZr implants as a model for osseointegration. EAO 22nd Annual Scientific Meeting, October 17 – 19 2013, Dublin ; Schwarz, F., et al., Bone regeneration in dehiscence-type defects at non-submerged and submerged chemically modified (SLActive®) and conventional SLA® titanium implants: an immunohistochemical study in dogs. J Clin.Periodontol. 35.1 (2008): 64–75. ; Rausch-fan X, Qu Z, Wieland M, Matejka M, Schedle A. Differentiation and cytokine synthesis of human alveolar osteoblasts compared to osteoblast-like cells (MG63) in response to titanium surfaces. Dental Materials 2008 Jan;24(1):102-10. Epub 2007 Apr 27. ; Schwarz F, Herten M, Sager M, Wieland M, Dard M, Becker J. Histological and immunohistochemical analysis of initial and early osseous integration at chemically modified and conventional SLA® titanium implants: Preliminary results of a pilot study in dogs. Clinical Oral Implants Research, 11(4): 481-488, 2007. Raghavendra S, Wood MC, Taylor TD. Int. J. Oral Maxillofac. Implants. 2005 May–Jun;20(3):425–31. 9 Oates TW, Valderrama P, Bischof M, Nedir R, Jones A, Simpson J, Toutenburg H, Cochran DL. Enhanced implant stability with a chemically modified SLA® surface: a randomized pilot study. Int. J. Oral Maxillofac. Implants. 2007;22(5):755–760.

2 Nicolau P, Guerra F, Reis R, Krafft T, Benz K , Jackowski J 10-year results from a randomized controlled multicenter study with immediately and early loaded SLActive implants in posterior jaws. Accepted for oral presentation at 25th Annual Scientific Meeting of the European Association of Osseointegration – 29 Sep – 1 Oct 2016, Paris.

3 Patients treated with dental implants after surgery and radio-chemotherapy of oral cancer. Heberer S, Kilic S, Hossamo J, Raguse J-D, Nelson K. Rehabilitation of irradiated patients with modified and conventional sandblasted, acid-etched implants: preliminary results of a split-mouth study. Clin. Oral Impl. Res. 22, 2011; 546–551.

4 Yerit, K., Posch, M., Seemann, M., Hainich, S., Dortbudak, O., Turhani, D., Ozyuvaci, H., Watzinger, R. and Ewers, R. (2006) Implant Survival in Mandibles of Irradiated Oral Cancer Patients. Clinical Oral Implants Research, 17, 337-344. http://dx.doi.org/10.1111/j.1600-0501.2005.01160.x.

5 Verdonck, H.W.D., Meijer, G.J., Laurin, T., Nieman, F.H.M., Stoll, C., Riediger, D., Stoelinga, P.J.W. and de Baat, C. (2007) Assessment of Vascularity in Irradiated and Non-Irradiated Maxillary and Mandibular Alveolar Minipig Bone Using Laser Doppler Flowmetry. International Journal of Oral Maxillofacial Implants, 22, 774-778.

6 Hu, W.W., Ward, B.B., Wang, Z. and Krebsbach, P.H. (2010) Bone Regeneration in Defects Compromised by Radiotherapy. Journal of Dental Research, 89, 77-81. http://dx.doi.org/10.1177/0022034509352151.

7 Wang, R., Pillai, K. and Jones, P.K. (1998) Dosimetric Measurements of Scatter Radiation from Dental Implants in Stimulated Head and Neck Radiotherapy. International Journal of Oral Maxillofacial Implants, 13, 197-203.

8 Grotz, K.A., Al-Nawas, B., Piepkorn, B., Reichert, T.E., Duschner, H. and Wagner, W.(1999) Micromorphological Findings in Jaw Bone after Radiotherapy. Mund-, Kiefer- und Gesichtschirurgie, 3, 140-145.

9 Chambrone L, Mandia J, Shibli JA, Romito GA, Abrahao M. Dental Implants Installed in Irradiated Jaws: A Systematic Review. Journal of Dental Research. 2013;92(12 Suppl):119S-130S. doi:10.1177/0022034513504947.

10 Shugaa-Addin B, Al-Shamiri H-M, Al-Maweri S, Tarakji B. The effect of radiotherapy on survival of dental implants in head and neck cancer patients. Journal of Clinical and Experimental Dentistry. 2016;8(2):e194-e200. doi:10.4317/jced.52346.

11 Nooh N. Dental implant survival in irradiated oral cancer patients: a systematic review of the literature. Int J Oral Maxillofac Implants. 2013 Sep-Oct;28(5):1233-42. doi: 10.11607/jomi.3045.

12 Dholam KP, Gurav SV. Dental implants in irradiated jaws: A literature review. J Can Res Ther [serial online] 2012 [cited 2016 Aug 17];8:85-93. Available from: http://www.cancerjournal.net/text.asp?2012/8/6/85/92220.

13 Nelson, K., Stricker, A., Raguse, J.-D. and Nahles, S. (2016), Rehabilitation of irradiated patients with chemically modified and conventional SLA implants: a clinical clarification. J Oral Rehabil, 43: 871–872. doi:10.1111/joor.12434

14 C. NACK, J.-D. RAGUSE, A. STRICKER , K. NELSON & S. NAHLES. Rehabilitation of irradiated patients with chemically modified and conventional SLA implants: five-year follow-up. Journal of Oral Rehabilitation 2015 42; 57—64.

15 Devlin H, Garland H, Sloan P. Healing of tooth extraction sockets in experimental diabetes mellitus. J. of Oral Maxillofac. Surg. 1996; 54:1087-1091

16 Wang F1, Song YL, Li DH, Li CX, Wang Y, Zhang N, Wang BG. Type 2 diabetes mellitus impairs bone healing of dental implants in GK rats. Diabetes Res Clin Pract. 2010; 88:e7-9.

17 IDF Diabetes Atlas, 7th Edition, 2015 http://www.diabetesatlas.org/.

18 US Centers for Disease Control and Prevention. Diabetes 2014 report card. Available from: www.cdc.gov/diabetes/library/reports/congress.html. Accessed September 2015.

19 Cabrera-Domínguez J, Castellanos-Cosano L, Torres-Lagares D, Machuca-Portillo G. A Prospective Case-Control Clinical Study of Titanium-Zirconium Alloy Implants with a Hydrophilic Surface in Patients with Type 2 Diabetes Mellitus. Int J Oral Maxillofac Implants. 2017 Sep/Oct;32(5):1135-1144. doi: 10.11607/jomi.5577;   Cabrera-Domínguez J. A prospective, two-year clinical trial of titanium-zirconium alloy implants (Roxolid® Straumann®) with hydrophilic surface (SLActive®) in patients with Type 2 Diabetes Mellitus. presented during 26th Annual Scientific Meeting of the European Association of Osseointegration – 5-7 Oct 2017, Madrid, Spain.

20 Hotchkiss KM, Ayad NB, Hyzy SL, Boyan BD, Olivares-Navarrete R. Dental implant surface chemistry and energy alter macrophage activation in vitro. Clin. Oral Impl. Res. 00, 2016, 1–10. doi: 10.1111/clr.12814.

21 Lee R, Hamlet SM, Ivanovski S. The influence of titanium surface characteristics on macrophage phenotype polarization during osseous healing in type I diabetic rats: A pilot study. Clin Oral Impl Res (accepted 4/8/2016).

22 Straumann (2016). SLActive supports enhanced bone formation in a minipig surgical GBR model with coronal circumferential defects. Unpublished data.

23 Müller E, Rottmar M, Guimond S, Tobler U, Stephan M, Berner S, Maniura K The interplay of surface chemistry and (nano-)topography defines the osseointegrative potential of Roxolid® dental implant surfaces. eCM Meeting Abstracts 2017, Collection 3; SSB+RM (page 31).

24 EMPA (2017) Report additional experiments: Impact of RXD SLA, RXD SLAnano, RXD SLActive, and RXD pmod SLA surfaces on protein adsorption, blood coagulation, and osteogenic differentiation of HBCs. Final report: Impact of RXD SLA, RXD SLAnano, RXD SLActive, and RXD pmod SLA surfaces on protein adsorption, blood coagulation, and osteogenic differentiation of HBCs. EMPA, Swiss Federal Laboratories for Materials Science and Technology (data on file).

25 Strauamnn (2017) Developed area ratio by nanostructures on Rxd modMA surface. Report SR0748. Unpublished data.

26 Wennerberg A, Albrektsson T. On implant surfaces: a review of current knowledge and opinions. Int J Oral maxillofac Implants 2009: 24:63-74

27 Kopf BS, Ruch S, Berner S, Spencer ND, Maniura-Weber K. 2015. The role of nanostructures and hydrophilicity in osseointegration: In-vitro protein-adsorption and blood-interaction studies. J Biomed Mater Res Part A2015:103A:2661–2672.

28 Wennerberg A, Jimbo R, Stübinger S, Obrecht M, Dard M, Berner S. Nanostructures and hydrophilicity influence osseointegration – A biomechanical study in the rabbit tibia. Clin. Oral Impl. Res. 25, 2014, 1041–1050doi: 10.1111/clr.12213

29 Chrcanovic BR, Albrektsson T, Wennerberg A Smoking and dental implants: A systematic review and meta-analysis. J Dent. 2015 May;43(5):487-98

30 ChenY, Man Y Clinical evaluation of SLActive Titaniumzirconium narrow diameter implants for anterior and posterior crowns in smokers and nonsmokers group. Presented at the ITI World Symposium, Basel, May4-6, 2017 Abstract booklet: Clinical Research 045, p18.

31 Hotchkiss K.M, Sowers K.T, Olivares-Navarrete R. Clinical Implants Differentially Modulate Inflammatory Response and Osteogenic Differentiation. Presented at 95th General Session of International Association for Dental Research, USA, March 22-25, 2017. https://iadr2017.zerista.com/event/member?item_id=5725415

32 Hsu JT, Shen YW, Kuo CW, Wang RT, Fuh LJ, Huang HL. Impacts of 3D bone-to- implant contact and implant diameter on primary stability of dental implant. J Formos Med Assoc. 2017 Aug;116(8):582-590. ; Buser D, Schenk RK, Steinemann S, Fiorellini JP, Fox CH, Stich H. Influence of surface characteristics on bone integration of titanium implants. A histomorphometric study in miniature pigs. J Biomed Mater Res. 1991 Jul;25(7):889-902 ; Smeets R, Stadlinger B, Schwarz F, Beck-Broichsitter B, Jung O, Precht C, Kloss F, Gröbe A, Heiland M, Ebker T. Impact of Dental Implant Surface Modifications on Osseointegration. Biomed Res Int. 2016;2016:6285620. ; Goyal N., Priyanka R. K. Effect of various implant surface treatments on osseointegration – a literature review. Indian Journal of Dental Sciences. 2012;4:154–157

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